Pesquisa RealTime Big Data divulgada nesta segunda-feira, 1.º, sobre a corrida presidencial mostra a liderança do presidente e pré-candidato do PT, Luiz Inácio Lula da Silva, no 1º e no 2º turnos contra o senador e pré-candidato do PL, Flávio Bolsonaro. Na projeção de 1.º turno, Lula tem 38% e Flávio Bolsonaro 31%. Na simulação de segundo turno, Lula tem 45% contra 40% do senador do PL.
Na pesquisa divulgada em maio, antes do caso “Dark Horse”, os dois apareciam empatados tecnicamente no segundo turno, dentro da margem de erro, que é de 2 pontos porcentuais, com Flávio numericamente à frente, com 44% e Lula com 43%. O mesmo cenário de empate técnico havia sido registrado na pesquisa de março, com Lula numericamente à frente, com 42% e Flávio Bolsonaro com 41%.
O impacto para o senador ocorreu depois da divulgação de trocas de conversas entre ele e o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro. Flávio pediu dinheiro ao banqueiro para a produção do filme sobre a vida do seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
Com relação aos outros pré-candidatos ao Palácio do Planalto, a pesquisa divulgada nesta segunda mostra o seguinte no cenário de primeiro turno: Renan Santos (Missão) e Ronaldo Caiado (PSD) pontuam 6% cada, Romeu Zema (Novo), 4%, Aécio Neves (PSDB) e Joaquim Barbosa (DC) registram 3% cada.
Nas projeções de segundo turno, o cenário mais apertado para Lula seria contra Ronaldo Caiado e Romeu Zema. Contra o ex-governador de Goiás, Lula e Caiado aparecem empatados com 43% cada. Contra Romeu Zema, há empate técnico, dentro da margem de erro, com Lula pontuando 43% e Zema 40%.
No quesito rejeição, Lula e Flávio Bolsonaro aparecem na liderança com 48% cada um, em seguida: Aécio Neves, 45%, Caiado, 39%, Zema, 35%, Renan Santos, 28%, e Joaquim Barbosa, 27%.
A pesquisa mostra ainda que 48% dos entrevistados estão cansados da polarização entre petismo e bolsonarismo e gostariam de ver uma terceira via nessa corrida presidencial.
Foram feitas 2.000 entrevistas em todo o território nacional, entre os dias 29 e 30 de março. A margem de erro é de dois pontos porcentuais para mais ou para menos e o índice de confiança é de 95%. A pesquisa está registrada sob protocolo BR-05864/2026 no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

